Uma importante iniciativa voltada à inclusão social está ganhando força no estado do Amapá. O Programa Ser Cidadão realizou uma reunião estratégica no Fórum com agentes distritais de comunidades tradicionais, quilombolas e ribeirinhas para organizar uma grande força-tarefa de atendimento nas regiões mais distantes.
O encontro reuniu lideranças comunitárias e representantes de diversas localidades com o objetivo de ampliar o acesso da população a serviços básicos de cidadania, especialmente a emissão da certidão de nascimento, documento essencial para garantir direitos fundamentais.
Entre os participantes esteve o agente distrital da comunidade do Igarapé do Lago, Anderson Moraes da Cruz, que destacou a importância da ação para os moradores das áreas mais afastadas.
Segundo ele, muitas pessoas dessas comunidades ainda não possuem registro civil, o que dificulta o acesso a serviços públicos, programas sociais e até mesmo à educação.
Durante a ação, equipes do Programa Ser Cidadão irão se deslocar diretamente até as comunidades, levando os órgãos responsáveis para realizar o atendimento no próprio local. Um dos grandes diferenciais da iniciativa é que a certidão de nascimento poderá ser emitida e impressa na hora, facilitando o acesso ao documento para quem vive longe dos centros urbanos.
A iniciativa é voltada principalmente para moradores de comunidades tradicionais, quilombolas e ribeirinhas que ainda não possuem registro civil.
O agente distrital Anderson Moraes da Cruz também ressaltou a importância da participação das lideranças comunitárias e da própria população na mobilização da ação. Segundo ele, será necessário realizar um levantamento prévio das pessoas que precisam do documento, para garantir que o atendimento alcance o maior número possível de moradores.
A organização reforça o convite para que os moradores participem e levem seus familiares que ainda não possuem certidão de nascimento. A mobilização da comunidade será fundamental para assegurar que todos tenham acesso a esse direito básico e indispensável para o exercício pleno da cidadania.
Creditos: Jackson Martins



