
Em entrevista ao jornalista Jackson Martins, Renivaldo Costa explicou diligências realizadas na Câmara Municipal e em setores da Prefeitura de Macapá.
O porta-voz da Prefeitura de Macapá, Renivaldo Costa, concedeu entrevista nesta quinta-feira (7) ao jornalista Jackson Martins para esclarecer pontos da operação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que realizou diligências na Câmara Municipal, presidida por Margleide Alfaia, e em áreas da administração municipal.
Operação integra apurações sobre documentos ligados a gestão anterior

Durante a entrevista, Renivaldo Costa afirmou que interpretações equivocadas têm circulado sobre o objetivo da operação. Ele explicou que as ações do GAECO estão inseridas em investigações relacionadas à tramitação de documentos vinculados a processos envolvendo o ex-prefeito Antônio Furlan.
Segundo o porta-voz, as diligências incluíram o setor de protocolo da Câmara Municipal de Macapá e áreas específicas da Prefeitura, com foco na análise do caminho percorrido por documentos em processos anteriores.
Prefeitura reforça postura de colaboração
Renivaldo destacou que a Prefeitura de Macapá acompanha os desdobramentos da operação e mantém total disposição para prestar esclarecimentos sempre que solicitado pelos órgãos competentes. Ele reforçou que todos os procedimentos estão sob responsabilidade das instâncias legais encarregadas da investigação.
Evitar distorções e assegurar compreensão dos fatos
O porta-voz também comentou a repercussão política do caso e destacou que a gestão municipal tem atuado para evitar distorções na divulgação das informações. A preocupação, segundo ele, é garantir que a população compreenda corretamente os fatos e que o andamento das apurações ocorra com transparência.
Atuação dentro da legalidade
Renivaldo Costa reiterou que os procedimentos seguem em consonância com a legislação e que a Prefeitura de Macapá permanece colaborando com as autoridades. A gestão, afirmou ele, seguirá comprometida em assegurar clareza, responsabilidade institucional e respeito ao processo investigativo.




