
Deputada do Amapá comemorou avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a implantação da jornada 5×2 para trabalhadores brasileiros.
A deputada federal Aline Gurgel destacou o voto SIM favorável à proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a implantação do novo modelo 5×2 para trabalhadores brasileiros.
A parlamentar comemorou o avanço da matéria na Câmara dos Deputados e afirmou que a medida representa uma conquista importante para a classe trabalhadora do Amapá e de todo o Brasil.
A proposta estabelece uma jornada considerada mais humana, garantindo cinco dias de trabalho e dois dias de descanso semanal remunerado. O texto também prevê a redução da carga horária máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
“ESSA VITÓRIA PERTENCE À CLASSE TRABALHADORA”.
Ao comentar a votação, Aline Gurgel ressaltou que a mudança representa mais dignidade, qualidade de vida e saúde mental para milhões de brasileiros.
“É com muito orgulho que anuncio a aprovação histórica do fim da escala 6×1 no Plenário da Câmara dos Deputados. O texto aprovado consolida a transição para uma jornada mais humana: 5 dias de trabalho e 2 dias de descanso semanal remunerado”, declarou a deputada.
A parlamentar também destacou que a proposta assegura avanços importantes sem prejuízo financeiro aos trabalhadores.
“Também garantimos a redução da carga horária máxima de 44 para 40 horas semanais, sem qualquer redução salarial para os trabalhadores”, afirmou.
DEPUTADA ESCLARECE POLÊMICA SOBRE VOTAÇÃO.
Após repercussões envolvendo seu nome nas redes sociais nos últimos dias, Aline Gurgel também se pronunciou para esclarecer informações relacionadas a um procedimento interno da Câmara dos Deputados.
“Impressionante como a internet virou o próprio tribunal da Inquisição da Idade Média. Hoje houve, de fato, uma votação oficial, feita pelo próprio deputado com sua senha pessoal no sistema”, afirmou.
Segundo a parlamentar, anteriormente não ocorreu votação oficial, mas apenas um pedido de apoiamento interno que acabou sendo interpretado de forma equivocada.
“Naquele dia, não aconteceu votação. Foi apenas um pedido de apoiamento, algo que passa diariamente pelos gabinetes de todos os deputados. Um recebimento interno acabou sendo interpretado de forma errada e rapidamente viralizou como se eu tivesse apoiado aquilo”, declarou.
A deputada reforçou ainda que a votação oficial ocorreu de maneira transparente e legítima.
“Mas a verdade sempre prevalece. Hoje sim aconteceu a votação oficial, transparente e legítima. Só Deus na causa mesmo. Que Deus abençoe a todos”, concluiu.
MAIS TEMPO COM A FAMÍLIA E QUALIDADE DE VIDA.
Segundo a deputada, a mudança representa um avanço histórico nas relações de trabalho, garantindo mais equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
“Essa vitória pertence à classe trabalhadora do Amapá e de todo o Brasil, que lutou por dignidade, saúde mental e pelo direito de ter mais tempo com suas famílias”, destacou.
A proposta ainda seguirá tramitando no Congresso Nacional até sua votação final.



