
Unidade de Porte 3 recebe investimento de quase R$ 9,9 milhões e vai reforçar atendimentos de urgência e emergência na capital
O governador Clécio Luís acompanhou nesta quarta-feira (20) o andamento das obras da primeira Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porte 3 da Zona Oeste de Macapá. A unidade está sendo construída às margens da Rodovia Duca Serra e já possui a estrutura externa concluída.
Durante a visita técnica, o governador Clécio Luís destacou que a obra atende uma demanda histórica da região e integra os compromissos do plano de governo voltados para a área da saúde.
NOVA UPA VAI DESAFOGAR O HOSPITAL DE EMERGÊNCIA

Segundo o governador Clécio Luís, a unidade atenderá uma das regiões mais populosas da capital, contemplando bairros como Marabaixo, Goiabal, Cabralzinho e conjuntos habitacionais que seguem em expansão com o eixo de ligação entre Macapá, Santana e Mazagão.
A proposta é ampliar os atendimentos de urgência e emergência de menor complexidade, reduzindo a demanda no Hospital de Emergência.
INVESTIMENTO CHEGA A QUASE R$ 10 MILHÕES
Os serviços estão sendo executados pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), com avanço simultâneo das instalações elétrica, hidráulica, iluminação e rede de gases medicinais.
A obra recebe investimento de quase R$ 9,9 milhões, com recursos do Tesouro Estadual e emenda parlamentar do ex-deputado federal Camilo Capiberibe, que também participou da visita técnica.
Camilo destacou a expectativa pela entrega da unidade e ressaltou os impactos positivos que a nova estrutura terá para os moradores da Zona Oeste.
ESTRUTURA TERÁ MAIOR CAPACIDADE DE ATENDIMENTO

Classificada como UPA de Porte 3, a unidade terá a maior estrutura prevista para estabelecimentos de média complexidade. O espaço contará com maior número de leitos de observação adulto e pediátrico, permitindo o monitoramento de pacientes por até 24 horas antes de alta médica ou transferência hospitalar.
A nova unidade irá reforçar a descentralização dos atendimentos de urgência e emergência na capital, somando-se às UPAs das zonas Norte e Sul.
OBRA TAMBÉM GERA EMPREGOS
Além dos impactos na saúde pública, a construção da UPA movimenta a economia local. A estimativa é que até 130 trabalhadores atuem ao longo das etapas da obra.
O canteiro reúne profissionais de diversas áreas, como engenheiros, mestres de obras, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, bombeiros hidráulicos, encanadores, pintores, serralheiros, montadores de estruturas, além de equipes de limpeza e vigilância.



